Reflexões sobre Desafios da Educação no Isolamento

Dentro da nossa proposta, desenvolvemos experiências, projetos e treinamentos, em diferentes trilhas.

Quando lançamos o projeto, no início de 2020, estabelecemos 4 trilhas de trabalho, considerando a Educação, nosso foco principal para o ano. O que nunca imaginamos…é o que estamos vivendo! A educação como um dos temas base das discussões nestes tempos de pandemia. Quantas mudanças, quantos impactos, quantas dúvidas.

Paramos, como todos, estamos em home office. Refletimos, trocamos ideias. E resolvemos conversar com nossos parceiros, colegas, público alvo.

Queremos entender melhor o momento que vivemos. Na série de posts que iniciamos hoje, vamos comentar sobre o que descobrimos e os desdobramentos destas descobertas. Nossa ideia é contribuir com as reflexões que estão em andamento. Tanto por parte dos professores, gestores e demais atores da área de ensino, como também com os pais e alunos que estão diretamente afetados por tantas mudanças que estão, de forma tão rápida, acontecendo.

Esses primeiros dados, são qualitativos. Fruto da escuta de diversos atores do processo de educação. Logo mais, teremos também dados quantitativos, derivados de uma escuta mais ampla e direcionada.

A reflexão sobre o que ouvirmos nos levou para um desenho de um modelo sobre a educação no isolamento. Ele exemplifica duas facetas importantes do momento: as emoções e a tecnologia suas relações com planejamento, adoção de inovação e experiência dos docentes e discentes.

Através da pesquisa foi possível entender que as emoções e a tecnologia são pontos importantes neste momento de isolamento social. Os professores relatam que lidar com estas duas questões é desafiador e pautou o primeiro momento do ensino/aprendizagem remoto. As emoções, por óbvio, muito mexidas pela nova realidade, tiveram impacto nas reações de todos em relação ao isolamento e a entrada no mundo virtual.

A tecnologia, sempre presente, passou a ter outro significado, alterando rotinas e formas de interação entre alunos e professores, além implicar as famílias no processo. Alguns ajustes foram necessários, e o tempo para que ocorram, certamente se faz diferente para cada família e para professores e escolas.

No centro de todas as questões, mediando e impactando, está a adoção de inovação. Sobre ela, faremos um post especial! Mas cabe aqui dizer que o quanto cada ator envolvido, professor, aluno ou familiar, estava conectado com a inovação e a tecnologia, facilitou ou dificultou o acesso à nova realidade. O grau de adoção de inovação mediou e impactou as emoções e o acesso a tecnologia na “inserção neste mundo” da educação em meio a pandemia.

Sobre o planejamento podemos mencionar que é um ponto crucial deste novo modelo de educação. Segundo nossas escutas, poder pensar o novo modelo e planejar as atividades foi o ponto mais crítico da virada de chave entre educação online e presencial. A rapidez com que tudo mudou, a possibilidade de planejar mais ou menos, deram aos professores impressões diferentes sobre o momento. Passado o susto inicial, o planejamento tem sido mais tranquilo. Outro ponto importante neste modelo, é o respaldo dado pelas IES para os professores. Sobre isso, faremos novos posts.

Por fim, falar sobre a experiência docente e discente nos leva para dois aspectos: o quão experientes cada um destes atores já era no EaD e qual a experiência que estão tendo neste momento. Para professores e alunos já experientes com EaD, toda a transição pareceu mais tranquila, sendo que para os que nunca haviam utilizado, o impacto foi maior. Sobre essa questão, não parece ser meio óbvio dito assim? Talvez uma informação complementar possa ajudar. E, sobre a experiência que estão tendo….falaremos mais com os resultados quantitativos que vem adiante!

Nós também queremos te ouvir! Se queres conversar conosco sobre estes e outros aspectos da educação em tempos de pandemia, comenta no post, ou aqui, ou nos manda um Direct!!

Conhecimentos em Design para estratégia e inovação em organizações.

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